O vereador Alberto Barreto (PRD) sacudiu os bastidores da Câmara Municipal de Taubaté na tarde desta terça-feira (3 de novembro de 2026) ao comparecer à sessão ordinária vestindo uma camiseta estampada com a Estrela de Davi amarela e a inscrição “não vacinado”. A manifestação do parlamentar resgata um recurso de protesto adotado por movimentos conservadores em todo o mundo contra a imposição do passaporte sanitário e as restrições estatais impostas durante a pandemia.
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A vestimenta faz referência histórica à identificação obrigatória imposta às populações judaicas na Europa durante a Segunda Guerra Mundial, sendo utilizada no debate contemporâneo para combater a marginalização de cidadãos que optaram pela não vacinação.
Alerta no Plenário, Crítica à Segregação e Defesa das Liberdades
Em pronunciamento sobre a iniciativa no plenário, Alberto Barreto apresentou seus argumentos filosóficos e políticos, enfatizando que a manifestação busca proteger a sociedade contra precedentes autoritários do poder público:
- Mecanismos de controle social: Barreto ressaltou que seu objetivo não foi estabelecer uma comparação com o extermínio promovido na Segunda Guerra, mas sim ligar o sinal de alerta contra os processos de identificação, etiquetagem e discriminação que costumam anteceder a supressão de direitos fundamentais.
- Marginalização promovida pelo Estado: O vereador enfatizou que o autoritarismo se consolida no momento em que o poder público divide a população entre cidadãos de primeira classe e indivíduos rotulados como “ameaça”, simplesmente por exercerem a autonomia sobre seus próprios corpos.
- Combate ao passaporte sanitário: O parlamentar reiterou sua firme oposição às exigências de comprovantes de vacinação, sustentando que a obrigatoriedade abriu um precedente perigoso para o cerceamento da liberdade de circulação e o controle abusivo do cidadão pelo Estado.
Figura de destaque no movimento conservador no Vale do Paraíba, o vereador reafirmou sua atuação em defesa do livre arbítrio, da liberdade individual e da limitação do poder estatal no município.

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