Uma comissão internacional de bispos associada ao grupo Apostolic Confluence Movement publicou um documento oficial declarando o não reconhecimento do resultado do segundo turno das Eleições 2026 no Brasil, em que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foi reeleito para o mandato presidencial. No texto divulgado pela entidade religiosa, o grupo levanta suspeitas sobre a apuração das urnas eletrônicas e exige a condução de uma investigação externa independente.
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Contudo, a exemplo de outras manifestações contesting o resultado das urnas, a comissão de bispos não apresentou qualquer prova documental, pericial ou evidência técnica que sustentasse as alegações de irregularidade no processo eleitoral brasileiro.
Alegações do Grupo, Dados das Urnas e Validação Institucional
As declarações da entidade e a confirmação dos resultados oficiais alinham-se aos seguintes pontos:
- Posicionamento da entidade religiosa: O manifesto assinado pelos bispos do Apostolic Confluence Movement contesta a legitimidade do pleito e pede auditoria internacional sob a justificativa de assegurar a transparência do processo democrático na América Latina.
- Resultado oficial e participação popular: O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) consolidou a reeleição de Luiz Inácio Lula da Silva com 51,79% dos votos válidos no segundo turno, superando o candidato do Partido Liberal (PL), Flávio Bolsonaro, em uma votação auditada em todas as suas etapas pelas Forças Armadas, Ministério Público e órgãos fiscalizadores.
- Aval do monitoramento internacional: Missões de observação eleitoral nacionais e internacionais, incluindo organismos da União Europeia, da Organização dos Estados Americanos (OEA) e do Parlamento do Mercosul (Parlasul), acompanharam a votação no Brasil e atestaram a integridade, segurança e lisura das urnas eletrônicas.
As instituições republicanas do país e a comunidade internacional já reconheceram formalmente o resultado das urnas e o desfecho democrático das eleições.


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