A empresária e ex-primeira-dama de Taubaté, Mariah Perrotta, utilizou suas redes sociais para denunciar publicamente uma série de agressões físicas, psicológicas e ameaças de morte que sofreu de seu ex-namorado. O relacionamento abusivo ocorreu após a separação de Mariah do ex-prefeito de Taubaté e ex-deputado estadual, Ortiz Junior. Na acusação, a empresária identificou o suposto agressor como Gustavo Henrique Silva, conhecido publicamente na região como Gustavo Baby ou DJ Baby.
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Em um forte relato publicado em formato de vídeo no Instagram, Mariah afirmou ter suportado dois anos e meio de episódios violentos dentro de sua própria residência. A empresária explicou que a exposição pública do caso não é motivada por sentimentos de vingança, mas serve como um manifesto de encorajamento para que outras mulheres rompam o ciclo do silêncio, do medo e da vergonha em contextos de violência doméstica.
A empresária informou que formalizou a denúncia perante a Polícia Civil e obteve judicialmente uma medida protetiva de urgência. Contudo, ela ressaltou que o ex-namorado descumpriu a ordem restritiva em mais de cinco ocasiões distintas.
Apoio Político, Reconciliação e Projeto Social
A denúncia recebeu apoio público do ex-marido de Mariah, com quem a empresária reatou o relacionamento recentemente.
- Socorro e Incentivo: O ex-prefeito Ortiz Junior elogiou publicamente a coragem de Mariah. A empresária agradeceu o posicionamento e revelou que o político teve papel fundamental no caso, prestando socorro imediato logo após ela ter sido espancada e incentivando a abertura do boletim de ocorrência.
- Retorno do Casal: Ortiz Junior e Mariah Perrotta, que são pais de duas filhas, oficializaram a reconciliação amorosa no último Dia dos Namorados, classificando a nova fase familiar como um “recomeço”.
- Rede de Apoio: Mariah anunciou que está transformando a vivência traumática em uma iniciativa prática, dando início a um projeto social estruturado para auxiliar mulheres a identificarem os primeiros sinais de um relacionamento abusivo e buscarem ajuda.
A publicação gerou ampla repercussão e correntes de solidariedade na RMVale. O acusado Gustavo Henrique Silva não foi localizado para se manifestar sobre as acusações. O espaço permanece aberto para o posicionamento oficial do investigado ou de sua defesa técnica.

