Foto: Reprodução

Uma adolescente de 17 anos foi encontrada morta na tarde deste domingo (1º) no bairro Três Marias, em Taubaté. O óbito ocorreu em um imóvel na Rua Tenente Alexandre Gandhi de Souza Lacerda, logo após uma briga física entre a vítima e uma vizinha de 18 anos.

A Polícia Militar foi acionada para prestar apoio ao SAMU, que confirmou a morte no local. De acordo com o médico responsável pelo atendimento, o corpo da jovem não apresentava lesões externas, perfurações ou sinais evidentes de violência que pudessem determinar a causa imediata do falecimento.


Versão da vizinha e dinâmica do conflito

A vizinha envolvida na confusão relatou à polícia que o desentendimento começou por causa de mensagens enviadas por um número desconhecido. Ela teria ido até a casa da adolescente para tirar satisfações, o que resultou em uma discussão verbal seguida de luta corporal.

Segundo o depoimento:

  • Briga: As duas chegaram a cair no chão durante a troca de agressões.
  • Pós-conflito: A jovem de 18 anos afirmou que, ao término da briga, ambas estavam vivas e conscientes.
  • Saída do local: Ela deixou a residência e só teria tomado conhecimento da morte da adolescente horas depois.

Investigação e perícia

O caso foi registrado pela Polícia Civil como morte súbita sem causa determinante aparente. O corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) para exames necroscópicos e toxicológicos, que devem apontar se houve algum trauma interno, mal súbito decorrente do estresse da briga ou outra causa clínica.

A vizinha foi ouvida e liberada, mas permanece à disposição das autoridades enquanto o inquérito avança no distrito policial da região.

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By Igor Raphael

Igor Raphael é jornalista e colunista, com atuação voltada à cobertura política e midiática. Desenvolve análises sobre decisões do poder público, bastidores institucionais e comunicação política, aliando apuração factual à leitura crítica do cenário público. Ao longo de sua trajetória, tem se dedicado ao acompanhamento de temas de interesse coletivo, com foco na realidade regional, valorizando a pluralidade de fontes, o debate qualificado e a responsabilidade editorial.