O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) veta o uso de óculos inteligentes nas cabines de votação durante o pleito deste domingo. O equipamento enquadra-se na proibição de dispositivos capazes de registrar ou transmitir imagens da urna para preservar o sigilo do voto. Por apresentarem um design muito parecido com o de armações convencionais, a fiscalização nas seções exige atenção dos mesários.
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Em entrevista à Rede Vanguarda, em Taubaté, o técnico em óptica Fagner Tony Barbosa destacou três elementos visuais que ajudam a reconhecer os óculos inteligentes:
- Câmera frontal: presença de uma microcâmera na parte superior externa da armação.
- Sensor integrado: componente óptico instalado no lado oposto ao da câmera.
- Hastes mais espessas: laterais mais largas para acomodar bateria, fones e circuitos eletrônicos.
Funcionamento dos Dispositivos e Orientação aos Mesários
Os óculos inteligentes funcionam como uma extensão do smartphone e conseguem tirar fotos, gravar vídeos e transmitir áudio e conteúdo diretamente para as redes sociais por comando de voz.
Caso os mesários constatem o uso de modelos inteligentes com capacidade de captação de imagem, o eleitor será orientado a deixar o acessório fora da cabine, seguindo o mesmo procedimento aplicado aos telefones celulares e máquinas fotográficas.

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