Foto: Reprodução/PMT

A Secretaria de Mobilidade Urbana de Taubaté concluiu a instalação da sinalização que autoriza a conversão livre à direita em novos pontos de grande movimento. A medida, amparada pelo Código de Trânsito Brasileiro (Art. 44-A), visa diminuir o tempo de espera nos semáforos e, consequentemente, reduzir o consumo de combustível e a emissão de poluentes.

A regra é clara: o movimento só é permitido onde houver a placa indicativa "Livre à Direita". O motorista deve obrigatoriamente dar preferência ao pedestre e aos veículos que estão cruzando a via com o sinal verde. A prefeitura informou que o sistema será monitorado e poderá ser levado a outros bairros caso os índices de fluidez continuem positivos.

Lista Completa dos Cruzamentos Liberados

Confira os pontos onde você já pode realizar a conversão no sinal vermelho:

Localização (Vias Cruzadas)Região / Referência
Av. Monte Castelo x Rua Dr. Emílio WintherPróximo ao Hospital Universitário.
Rua Getúlio Vargas x Av. do PovoInício da Avenida do Povo.
Av. JK x Rua Voluntário Penna RamosPraça Santa Terezinha.
Praça Santa Terezinha x Rua Dr. Pedro CostaRegião Central.
Rua Visconde do Rio Branco x Rua Dr. Gastão Câmara LealCentro.
Rua Dr. Gastão Câmara Leal x Praça Monsenhor Silva BarrosPraça da Eletro.
Av. Dom Pedro I x Rua Escolástica Maria de JesusRegião do Mercatau.

A administração municipal reforça que a conversão não é obrigatória. Se o motorista não se sentir seguro para realizar a manobra ou se houver pedestres atravessando, ele deve aguardar o sinal verde. A sinalização de solo e as placas foram reforçadas para evitar confusões, especialmente para motoristas que não são moradores da cidade.

By Igor Raphael

Igor Raphael é jornalista e colunista, com atuação voltada à cobertura política e midiática. Desenvolve análises sobre decisões do poder público, bastidores institucionais e comunicação política, aliando apuração factual à leitura crítica do cenário público. Ao longo de sua trajetória, tem se dedicado ao acompanhamento de temas de interesse coletivo, com foco na realidade regional, valorizando a pluralidade de fontes, o debate qualificado e a responsabilidade editorial.