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A Praça da Cascata foi palco de uma grande manifestação na manhã deste sábado (24). Centenas de moradores de Pindamonhangaba se reuniram para protestar contra o aumento do IPTU e da taxa do lixo, considerados abusivos pelos organizadores do movimento. Segundo estimativas do grupo, o ato reuniu mais de mil pessoas.

Com faixas, cartazes e palavras de ordem, os manifestantes reivindicam a revogação imediata dos reajustes. O argumento principal é que os novos valores pesam no orçamento familiar, afetando drasticamente as famílias de bairros mais afastados do centro. O grupo também critica a falta de diálogo prévio do poder público com a sociedade civil antes da implementação das novas tarifas.

Pontos centrais da reivindicação

PautaReivindicação dos Manifestantes
IPTURevogação do aumento por incompatibilidade com a realidade econômica.
Taxa do LixoRevisão dos valores e maior transparência na composição da cobrança.
Ações PráticasInício de um abaixo-assinado para ser entregue à Câmara e à Prefeitura.
TransparênciaPedido de abertura das contas e estudos que fundamentaram os índices.

Ato pacífico e novas mobilizações

O protesto ocorreu de forma pacífica, com impacto parcial no trânsito da região central durante os discursos e a coleta de assinaturas. Representantes do movimento afirmaram que, caso não haja uma resposta oficial da Prefeitura ou da Câmara Municipal nos próximos dias, novas mobilizações e paralisações não estão descartadas.

Até o fechamento desta matéria, a Prefeitura de Pindamonhangaba não havia se manifestado sobre as críticas feitas durante o ato. O espaço segue aberto para o posicionamento oficial do governo municipal.

By Igor Raphael

Igor Raphael é jornalista e colunista, com atuação voltada à cobertura política e midiática. Desenvolve análises sobre decisões do poder público, bastidores institucionais e comunicação política, aliando apuração factual à leitura crítica do cenário público. Ao longo de sua trajetória, tem se dedicado ao acompanhamento de temas de interesse coletivo, com foco na realidade regional, valorizando a pluralidade de fontes, o debate qualificado e a responsabilidade editorial.